sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

#assimficafacil

Veja como organizar a bagagem da sua moto e como distribuir o peso de forma a manter o equilíbrio e a segurança na pilotagem. Com dicas práticas o piloto e guia de expedições Pablo Berardi te ajuda a não passar sufoco na viagem e até onde encaixar os equipamentos. Tudo para sua vida ficar mais fácil. Há, e também tem dicas sobre o que revisar na moto antes de ir para a estrada e as ferramentas fundamentais que você deve levar. Veja o vídeo e a matéria completa aqui!!!!!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Você é vigiado e não sabe


Quem vai curtir as praias do litoral norte de São Paulo e utilizará a Rodovia dos Tamoios, deverá ficar muito atento. Segundo o portal de notícias Tamoios News (@tamoiosnews), são aplicadas cerca de 30 multas por dia com base em imagens da central de monitoramento. A matéria, escrita por Salim Burihan, traz o depoimento do comandante da Polícia Rodoviária Estadual no litoral norte, e merece sua atenção. Leia aqui na íntegra e saiba tudo. (fotos Concessionária Tamoios - Gilberto Marques/MaquinaCW)


quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

No Brasil só tem Capricórnio

Quem gosta de viajar também, na maioria das vezes, também se liga em geografia. Se você é assim curtirá a matéria publicada no UOL sobre os meridianos e paralelos. Escrito por Jurema Aprile, o artigo explica muito bem como o planeta Terra é divido "como uma melancia ou uma laranja". Vale a leitura clique aqui.
Placa conhecida por quem mora em São Paulo ou no deserto do Chile

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Pico das Agulhas Negras é bom destino para sua aventura

A 2.791 metros, o quinto pico mais alto do Brasil fica na parte alta do Parque Nacional do Itatiaia, um bom destino para uma viagem de moto trail, como a Yamaha Lander 250 ABS
Um destino interessante e de fácil acesso, para quem mora em São Paulo ou Rio de Janeiro, é o Parque Nacional do Itatiaia. Fundado em 1937 é o parque mais antigo do Brasil e se estende pelos municípios de Itatiaia (RJ), Bocaina de Minas e Itamonte, ambas em Minas Gerais. A região montanhosa é um verdadeiro paraíso para quem curte escaladas, trilhas, observar pássaros, enfim, atividades ao ar livre.
Algumas regiões do parque podem ser alcançadas por estradas asfaltadas, porém o mais legal para quem curte montanhismo é a sua parte alta. Para chegar lá é necessário encarar os 17 km da BR-485. Apesar de ser uma estrada federal ela não é asfaltada e exige muito das motos e veículos que trafegam por ela. Mas vale a pena, principalmente se você estiver com uma moto versátil como a nova geração da Yamaha Lander 250 ABS.
A maioria dos veículos que sobem a montanha leva turistas ao Pico das Agulhas Negras, com altitude de 2.791 metros acima do nível do mar – praticamente a mesma altitude de Machu Pichu, no Peru, a 2.430 m. No inverno as temperaturas despencam e chegam perto dos dez graus negativos. Dependendo das condições atmosféricas chega a nevar na região, como aconteceu em 1985 quando foi registrada a maior nevasca. Se você não conseguir curtir a neve, no mínimo, verá placas de gelo na estrada.
Distante 280 km de São Paulo e cerca de 220 km do Rio de Janeiro, o Pico das Agulhas Negras pode ser alcançado a partir do “KM 0” da BR-385 – que parte da Dutra, altura do km 34, em direção a cidade de Caxambú (MG). O local oferece muitas atrações que vão de simples caminhadas pelas trilhas – que podem durar alguns minutos ou dias. Para as trilhas mais longas, conhecidas como travessias, que podem chegar a dois dias numa caminhada até Visconde de Mauá, é importante estar acompanhado de um guia credenciado.

Subir a montanha

Porém quem está com pouco tempo e busca apenas um motivo para viajar com sua moto ou encarar um fora de estrada leve, os 17 km da BR-485 justificam o passeio. A estrada vai margeando a montanha e tem uma inclinação bem forte em algumas partes. Quem viajar durante o inverno tem que se proteger muito bem – principalmente as mãos e pés que sofrem bastante. Mas o visual acima das nuvens compensa o frio.
No trajeto quem desligar a moto e estiver de ouvidos atentos poderá curtir o canto dos raros Saíra da Terra ou Saí Andorinha, aves típicas da região que abriga mais de 350 espécies de pássaros. A flora também é rica com mais de 400 espécies já catalogadas. Além de pássaros e flores, muitos animais são comumente vistos, como o Macaco Prego ou o Quati, por exemplo.
Ao chegar no Posto do Marcão é necessário pagar R$ 17 e em algumas épocas do ano é possível estacionar a moto no Abrigo Rebouças – distante 3 km da portaria. A partir daí é preciso caminhar para conhecer a Cachoeira das Flores ou forçar as pernas até chegar ao Maciço das Prateleiras.
Aqui vale um alerta, apesar da formação das Prateleiras estar mais baixas que o Pico das Agulhas Negras, também é uma escalada que oferece risco. Quem alerta é o guia Rafael Fernandez (@fernandezagulhas) “existe muito mais exposição no que chamamos de Zona Vermelha, onde é necessário o uso de equipamento de segurança e tem alta periculosidade, pois se acontecer algo por lá, a retirada da pessoa é extremamente difícil”, ressalta o guia de 36 anos e duas décadas de experiência no parque.
Independentemente do que você quer fazer em Agulhas Negras, seja um passeio nas trilhas ou a escalada da montanha, chegar lá já pode ser considerado uma pequena aventura. Antes de ir embora, passe nas lojinhas da Garganta do Registro e leve para casa filé de truta defumado e pinhões, assim você poderá matar a saudade de um lugar tão legal, pitoresco e pouco conhecido.

BOX – Impressões de pilotagem

Yamaha Lander ABS
Uma moto on-off como a nova Yamaha Lander ABS (com preço sugerido de R$ 16.990 sem frete) é a companheira ideal para uma viagem como essa. Ela atingiu a velocidade máxima de 140 km/h durante o trajeto, porém o ritmo de viagem mais indicada fica entre os 100 e 110 km/h. Nessa condição o motor de um cilindro 20,1 cv de potência está girando na faixa dos 7.000 rpm.
Rodar nessa velocidade também traz economia de combustível. O consumo médio (rodando abastecido com gasolina) foi de 28 km/litro. Durante o trajeto a reserva abriu após percorrer 266 km e, como o tanque tem capacidade para 13,6 litros, poderia chegar aos 380 km. Por outro lado, ao acelerar forte a reserva abriu com exatos 200 km percorridos, mostrando que o consumo aumentou para 21 km/litro. Ou seja, não vale a pena acelerar demais.
Além do ganho em autonomia, outro fator positivo da nova Lander, em relação à versão anterior, é o conforto. O banco permite percorrer trajetos de até 250 km sem cansaço ou incomodo – algo que não acontecia no modelo anterior que castigava “as partes baixas do piloto” após 150 km percorridos.

No fora de estrada

Estava curioso para saber como seria o comportamento da Lander ABS na estrada de terra. Confesso que me surpreendi com sua maneabilidade em meio às pedras, valetas e lama. Bastava ficar em pé nas pedaleiras para desviar ou superar os obstáculos. As rodas raiadas, aro 21 na frente e 18 atrás, calçadas com pneus Metzeler Tourance se mostraram adequados à proposta do modelo. O freio ABS, só na dianteira, transmitiu confiança enquanto o freio traseiro serviu como “leme” para direcionar a Lander nas frenagens mais agressivas, principalmente no off-road.
Claro que não usei a moto no limite, afinal estava sozinho e não queria arriscar um tombo sob o risco de danificar suas laterais, tanque ou quebrar os comandos o que acabaria com a “brincadeira”. Outro fator positivo é a distância livre do solo, de 27 cm, que permite rodar pelas estradas sem medo de danificar o motor – embora as pedras soltas possam furar os dutos de passagem do óleo. Se a moto fosse minha investiria num protetor de cárter e dos dutos de óleo.

Onde se hospedar
É possível acampar no Parque (R$ 19 a diária) ou mesmo se hospedar no Abrigo Rebouças (R$ 32 a diária) que, como o nome diz, é apenas um abrigo para montanhistas. Não há banho quente ou roupas de cama. Para reservas e autorização para acampar é preciso entrar no site http://www.icmbio.gov.br/parnaitatiaia/




Hotel São Gotardo – No KM 0 da BR-354 é um hotel sofisticado e agradável com um vista maravilhosa das montanhas. As diárias para duas pessoas com meia pensão (almoço e jantar) custam a partir de R$ 450 e podem chegar a R$ 750 na suíte máster. www.hotelsaogotardo.com.br


Yellow House Hostel – Fica a 11 km da Garganta do Registro e a 8 km de Itamonte (MG). É um ambiente acolhedor e agradável sempre repleto de montanhistas e adeptos de caminhadas. O hostel também vale a pena pelo custo benefício (R$ 45 com café da manhã). Fone (35) 9885-0598 ou www.facebook.com/Hostelyellowhouseitamonte

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Dica que vale a viagem



Com a promessa de surpreender os fãs de motocicletas espalhados pelo sul do Brasil, o BMS Motorcycle chega à Usina 5, em Curitiba. Agora com programação anual (o evento era bienal), o BMS, que acontece entre os dias 16 e 18 de agosto, terá uma série de atrações e grandes marcas confirmadas como BMW, Ducati, Harley-Davidson, Honda, Royal Enfield, Triumph, entre outras.
As atrações serão espalhadas em um espaço com aproximadamente 60 mil m², dentro de um complexo industrial revitalizado para eventos multiculturais no centro da cidade. “Nós inovamos e conectamos pessoas na edição do ano passado e pretendemos inovar e conectar apaixonados e fomentadores do setor novamente este ano”, comenta Cezinha Mocelin, diretor e produtor executivo do BMS Motorcycle.
Além da presença de marcas tradicionais, o BMS Motorcycle também terá o espaço Freedom Riders, com foco em customização. Serão mais de 1.000 m² dedicados, com a presença de customizadores como Bendita Macchina, Celio Dobrucki, Dream Machines, Dynamite Crew, Cabeça de Ferro, Garage 212, Garage 440, Garage Metallica, Joe King, Johnnie Wash, King Kustom, Lucky Friends Choppers Garage, entre outros.
Entre as principais atrações, o Wall of Death, ou Muro da Morte, reunirá pilotos andam em alta velocidade, realizando manobras em um ângulo de 90°. Shows de acrobacias e manobras especiais também são aguardados.
Os ingressos e passaportes para os três dias do BMS Motorcycle 2019 já estão disponíveis pela Eventim (www.eventim.com.br/bmsmotorcycle), com valores a partir de R$ 30 (meia-entrada por dia). Passaporte para os três dias sai por R$ 60.
Texto Arhur Caldeira, Agência Infomoto

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Fora do Brasil pela primeira vez

Restaurante na estrada do Uruguai, visual da Califórnia remete aos escritores e movimento Flower Power dos anos 60
— Cambio?
Perguntou o garçom na pequena cidade Chuy, no Uruguai.
Imediatamente respondi:
— Seis marchas, apontando para a minha potente Agrale SXT 27.5 estacionada à frente do pequeno restaurante.
Dou mais um gole na cerveja Norteña, que desce gelada pela garganta seca, com preguiça olho à minha frente. Vejo a avenida movimentada que divide o Brasil e o Uruguai, de um lado da avenida se fala português é o Chui basta atravessá-la para ouvir o espanhol na cidade uruguaia de Chuy. Nessa condição, confundir as palavras é fácil, ainda mais para mim, que fazia minha primeira viagem para fora do Brasil.

Traído pelas palavras

O garçom virou as costas e saiu com cara de poucos amigos, como se eu estivesse fazendo pouco caso de sua pergunta. Eu não entendi muito bem e continuei a bater papo com o meu grande amigo Marco Aurélio — quem também fazia sua primeira viagem para fora do Brasil.
Terminamos nossa cerveja e fomos pagar, mais uma vez o garçom ficou bravo, e ele tinha razão.
Não tínhamos trocado os nossos Cruzeiros, pelo Peso uruguaio, ou seja não havíamos feito o tal "câmbio" que ele havia perguntado na primeira vez.
Claro que ri bastante da situação, atravessamos a rua e fomos "cambiar" nosso dinheiro por moeda local. Pagamos a conta, subimos na moto e seguimos viagem pelo "estrangeiro" aprendendo a cada dia as lições que apenas as viagens proporcionam.
Mais a frente, percorrendo a auto estrada 9 rumo ao litoral, paramos em um dos lugares mais loucos que já conheci. Chamado Parador Del Litoral, tinha por dentro os ares da Califórnia. Parecia que os personagens do escritor Jack Kerouac foram inspirados pelo dono do bar. Barba barba longa, cabelos enormes, fala mansa e tatuagens pelo corpo faziam dele um figura incrível.

Buenas


O calor escaldante, típico do verão uruguaio, nos forçou a tomar mais uma Nortenã e dar risada da situação vivida quando atravessamos a fronteira. Alguns cervejas depois, com nosso portunhol, tipicamente embriagado, explicamos ao dono do bar o motivo de tanta risada.
Ele riu também enquanto trocava o disco vinil da vitrola e aumentava o volume. Ao som de Janes Joplin, ligamos nossas motos e seguimos pela estrada prontos para conhecer o pequeno e simpático país vizinho.
Cicero Lima (à esquerda) e Marco Aurélio, grandes lembranças das viagens nos anos 90 pelo Uruguai

quarta-feira, 22 de maio de 2019

no surf homens e mulheres agora são iguais

ABIEP, a nova entidade que reúne praticantes de esportes com prancha busca modernização crédito: divulgação
Quem se liga em surf e estiver na praia do Futuro, em Fortaleza (CE), poderá curtir o surgimento do Novo Surf. A prova está ligada ao Circuito Brasileiro de Surf Profissional que acontece entre 23 e 26 de maio. O campeonato terá quatro provas que também acontecerão em Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro.
Em relação aos prêmios não há diferença entre os sexos. O campeonato tem como atração a equiparação dos valores dos prêmios entre homens e mulheres. A premiação de R$ 100 mil será dividida em R$ 50 mil para a categoria Masculino e R$ 50 mil para a categoria Feminino.
Essa e outras mudanças no campeonato brasileiro "buscam superar os problemas de de representação e de gestão da confederação" afirmou Romeu Andreatta, presidente da ABIEP, Associação Brasileira da Indústria e dos Esportes com Prancha.
O evento será produzido pela equipe da revista Almasurf e, segundo comunicado, "é o primeiro passo no sentido de modernizar a entidade, de trazer transparência aos seus processos de gestão e de promover o reencontro da modalidade com seus propósitos mais nobres, representados pela harmonia com a natureza e pela busca de uma vida melhor para todos".
 saiba mais em


domingo, 19 de maio de 2019

Problemas com a polícia em Lima

Os policiais queriam saber o que eu fazia lá com a minha moto. Foto Marcelo Vigneron
Acredito que dividir experiencias negativas e erros que cometemos em nossas viagens pode ser bom. Afinal quem lê os nossos relatos tem a oportunidade de aprender com os erros alheios e até dar boas risadas, sem passar pelos sustos e dissabores que amargamos no exterior.
No meu caso dei uma mancada feia em Lima, capital do Peru. Há cerca de dois anos estava em um grupo de quatro motociclistas em um roteiro por aquele país e, no último dia de viagem, quase tomo um grande prejuízo.
Em uma tarde tranquila e após um longo e delicioso almoço às margens do Pacífico, retornávamos ao hotel. Estava tudo tranquilo numa via rápida em direção ao badalado bairro de Miraflores, na zona costeira da cidade. Nosso guia estava em um táxi e nos o seguíamos quando ouvi uma sirene. Sem mais nem menos, um grupo de policiais a bordo de motos pequenas, fechou a nossa trajetória.
Educados, porém austeros, os policiais exigiram os documentos e questionaram o que fazíamos naquele local. Eu realmente não entendia o que estava acontecendo.

E agora quem poderá me ajudar

Por sorte, o motorista do taxi parou e voltou para conversar com os policiais. Ainda sem entender percebi que ele tomava um enorme sermão dos guardas que o acusavam "usted como profesional no puede por los turistas en peligro".
Acompanhei o sermão que o policial passou no motorista em alguns minutos recebi meus documentos e fomos escoltados até sair da via expressa.
Aí que entendi o que aconteceu: em algumas avenidas de Lima é proibido andar de moto, depois que observei as placas e constatei meu erro. Como estava seguindo o táxi nem prestei atenção a sinalização. Por sorte os guardas foram legais e nos liberaram sem multas, mas poderíamos passar por sérios problemas e prejuízos.
A proibição de motos em determinadas avenidas (ou horários) não é exclusividade de Lima ou São Paulo. Em muitos países as motos também sofrem restrições. No Japão, por exemplo, é proibido transitar com a moto em determinadas vias e horários. O mesmo acontece na Colômbia e até na China.
Sempre que viajarmos ao exterior (ou outras cidades) devemos redobrar nossa atenção às placas de sinalização, pois nem sempre encontraremos um policial legal em nosso caminho.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

A incrível Barra do Sucuri


Visual da Barra do Rio Sucuri, imagina a flutuação nesse lugar!!!! (secret. turismo bonito)
O Brasil é um país singular e especial. Basta uma procurada rápida na internet para achar uma atração fantástica e ficar com vontade de conhecer o lugar. Dessa vez a dica da página Trajetos & Destinos é o Rio Sucuri na Serra da Bodoquena, pertinho de Bonito (MS).
Passar um dia na Fazenda São Geraldo parece ser um exercício de relaxamento mental. O pessoal da fazendo propõe um passeio de flutuação com duração de quase uma hora para percorrer quase dois quilômetros rio abaixo. Nesse passeio preguiçoso você deixa se levar pela água enquanto observa diversas espécies de peixes como dourados, cascudos, curimbas e outros.

Bicicleta ou cavalo

A transparência da água é fruto do excesso de cálcio que ajuda a decantar a sujeira permitindo enxergar perfeitamente o fundo do rio e os peixes que nadam tranquilamente. Em meio a isso, a areia e outros sedimentos são agitados pela água que brota no solo, um espetáculo incrível na nascente do Rio Sucuri
crédito: agência viva bonito
Quem gosta de pedalar poderá fazer um passeio com pouco mais de 7 km  para conhecer algumas cachoeiras do Rio Formoso. No trajeto, de aproximadamente duas horas, o viajante terá a chance de observar macacos, quatis, tucanos e outros animais. Outra opção é uma cavalgada de uma hora e meia para observar as montanhas do Parque Nacional da Serra da Bodoquena.
Essa é apenas uma das muitas atrações de Bonito (MS) que oferece dezenas de passeios e atividades. Visitar a Gruta do Lago Azul, Abismo Anhumas,  Lagoa Misteriosa são algumas delas. Por isso, vale a pena se programar para rodar até Bonito.

Distâncias
São Paulo           1.200 km 
Rio de Janeiro    1.600 km 
Belo Horizonte   1.300 km 
Brasília               1.400 km 
Curitiba.             1.100 km 

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Equipamentos e acessórios para enfrentar chuva e frio


Com a chegada do outono, as temperaturas pela manhã e ao final da tarde tendem a ser mais baixas. Em caso de chuva, a sensação térmica será de ainda mais frio. Nesta situação, caso os pés e as mãos se molhem, pilotar deixará de ser um prazer e se tornará um incômodo. Veja alguns equipamentos e acessórios que, junto com a capa de chuva, evitam esse problema. Tais acessórios também são indicados para viagens em regiões geladas, como na Cordilheira dos Andes ou em Ushuaia.

Polaina nos pés

Botas são indispensáveis para a proteção dos pés. Porém uma bota totalmente impermeável tem custo bastante elevado. Uma alternativa para quem não dispensa o uso de sua bota preferida é a polaina. Confeccionada em material impermeável evita que os pés fiquem molhados e ainda conserva a bota. Existem vários modelos disponíveis, mas aqueles com reforço na sola e na parte superior do pé esquerdo têm maior durabilidade. Custa a partir de R$ 45.

Proteção nas mãos

Um acessório pouco conhecido dos motociclistas da região Sudeste, porém muito usado no Sul do Brasil, é o protetor de punho. Confeccionado em tecido grosso e impermeável protege as mãos do piloto da água e do frio. Muitos pilotos pensam que eles diminuem a agilidade, porém o acessório requer apenas adaptação. Sua relação custo/benefício é excelente, uma vez que ele pode ser encontrado a partir de R$ 80.

Frio no pescoço & cabeça

Além dos pés e das mãos, manter o pescoço protegido do frio e da chuva garante mais conforto. Para isso existe o protetor confeccionado em neoprene que isola o corpo do vento e da chuva. Alguns também protegem contra linhas com cerol, por usarem fios internos de aço, e custam a partir de R$ 75.

Outro acessório indispensável é a blaclava que protege a cabeça e o rosto do frio extremo. Existem vários tipos de modelos confeccionados com materiais de várias origens.


Segunda pele 

As roupas térmicas, que são bastante usadas por praticantes de esportes radicais como os alpinistas, oferecem boa proteção contra o frio. São confeccionadas em tecidos leves que oferecem melhor dissipação do suor e evitam o odor. O mais legal desse tipo de roupa é a praticidade, são fáceis de lavar e secam rapidamente. A desvantagem é o preço. Uma camiseta, por exemplo, custa a partir de R$ 96, enquanto a calça sai por R$ 164.


Bolsa estanque

Não há nada mais desagradável do que chegar ao destino e perceber que a bagagem está molhada. Para manter suas roupas secas e protegidas da chuva, uma opção é comprar uma mala estanque. Elas são práticas e fáceis de usar, basta acondicionar as roupas, enrolar a parte superior e travar. Podem ser encontradas em vários tamanhos e os preços partem de R$ 250