quarta-feira, 22 de maio de 2019

no surf homens e mulheres agora são iguais

ABIEP, a nova entidade que reúne praticantes de esportes com prancha busca modernização crédito: divulgação
Quem se liga em surf e estiver na praia do Futuro, em Fortaleza (CE), poderá curtir o surgimento do Novo Surf. A prova está ligada ao Circuito Brasileiro de Surf Profissional que acontece entre 23 e 26 de maio. O campeonato terá quatro provas que também acontecerão em Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro.
Em relação aos prêmios não há diferença entre os sexos. O campeonato tem como atração a equiparação dos valores dos prêmios entre homens e mulheres. A premiação de R$ 100 mil será dividida em R$ 50 mil para a categoria Masculino e R$ 50 mil para a categoria Feminino.
Essa e outras mudanças no campeonato brasileiro "buscam superar os problemas de de representação e de gestão da confederação" afirmou Romeu Andreatta, presidente da ABIEP, Associação Brasileira da Indústria e dos Esportes com Prancha.
O evento será produzido pela equipe da revista Almasurf e, segundo comunicado, "é o primeiro passo no sentido de modernizar a entidade, de trazer transparência aos seus processos de gestão e de promover o reencontro da modalidade com seus propósitos mais nobres, representados pela harmonia com a natureza e pela busca de uma vida melhor para todos".
 saiba mais em


domingo, 19 de maio de 2019

Problemas com a polícia em Lima

Os policiais queriam saber o que eu fazia lá com a minha moto. Foto Marcelo Vigneron
Acredito que dividir experiencias negativas e erros que cometemos em nossas viagens pode ser bom. Afinal quem lê os nossos relatos tem a oportunidade de aprender com os erros alheios e até dar boas risadas, sem passar pelos sustos e dissabores que amargamos no exterior.
No meu caso dei uma mancada feia em Lima, capital do Peru. Há cerca de dois anos estava em um grupo de quatro motociclistas em um roteiro por aquele país e, no último dia de viagem, quase tomo um grande prejuízo.
Em uma tarde tranquila e após um longo e delicioso almoço às margens do Pacífico, retornávamos ao hotel. Estava tudo tranquilo numa via rápida em direção ao badalado bairro de Miraflores, na zona costeira da cidade. Nosso guia estava em um táxi e nos o seguíamos quando ouvi uma sirene. Sem mais nem menos, um grupo de policiais a bordo de motos pequenas, fechou a nossa trajetória.
Educados, porém austeros, os policiais exigiram os documentos e questionaram o que fazíamos naquele local. Eu realmente não entendia o que estava acontecendo.

E agora quem poderá me ajudar

Por sorte, o motorista do taxi parou e voltou para conversar com os policiais. Ainda sem entender percebi que ele tomava um enorme sermão dos guardas que o acusavam "usted como profesional no puede por los turistas en peligro".
Acompanhei o sermão que o policial passou no motorista em alguns minutos recebi meus documentos e fomos escoltados até sair da via expressa.
Aí que entendi o que aconteceu: em algumas avenidas de Lima é proibido andar de moto, depois que observei as placas e constatei meu erro. Como estava seguindo o táxi nem prestei atenção a sinalização. Por sorte os guardas foram legais e nos liberaram sem multas, mas poderíamos passar por sérios problemas e prejuízos.
A proibição de motos em determinadas avenidas (ou horários) não é exclusividade de Lima ou São Paulo. Em muitos países as motos também sofrem restrições. No Japão, por exemplo, é proibido transitar com a moto em determinadas vias e horários. O mesmo acontece na Colômbia e até na China.
Sempre que viajarmos ao exterior (ou outras cidades) devemos redobrar nossa atenção às placas de sinalização, pois nem sempre encontraremos um policial legal em nosso caminho.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

A incrível Barra do Sucuri


Visual da Barra do Rio Sucuri, imagina a flutuação nesse lugar!!!! (secret. turismo bonito)
O Brasil é um país singular e especial. Basta uma procurada rápida na internet para achar uma atração fantástica e ficar com vontade de conhecer o lugar. Dessa vez a dica da página Trajetos & Destinos é o Rio Sucuri na Serra da Bodoquena, pertinho de Bonito (MS).
Passar um dia na Fazenda São Geraldo parece ser um exercício de relaxamento mental. O pessoal da fazendo propõe um passeio de flutuação com duração de quase uma hora para percorrer quase dois quilômetros rio abaixo. Nesse passeio preguiçoso você deixa se levar pela água enquanto observa diversas espécies de peixes como dourados, cascudos, curimbas e outros.

Bicicleta ou cavalo

A transparência da água é fruto do excesso de cálcio que ajuda a decantar a sujeira permitindo enxergar perfeitamente o fundo do rio e os peixes que nadam tranquilamente. Em meio a isso, a areia e outros sedimentos são agitados pela água que brota no solo, um espetáculo incrível na nascente do Rio Sucuri
crédito: agência viva bonito
Quem gosta de pedalar poderá fazer um passeio com pouco mais de 7 km  para conhecer algumas cachoeiras do Rio Formoso. No trajeto, de aproximadamente duas horas, o viajante terá a chance de observar macacos, quatis, tucanos e outros animais. Outra opção é uma cavalgada de uma hora e meia para observar as montanhas do Parque Nacional da Serra da Bodoquena.
Essa é apenas uma das muitas atrações de Bonito (MS) que oferece dezenas de passeios e atividades. Visitar a Gruta do Lago Azul, Abismo Anhumas,  Lagoa Misteriosa são algumas delas. Por isso, vale a pena se programar para rodar até Bonito.

Distâncias
São Paulo           1.200 km 
Rio de Janeiro    1.600 km 
Belo Horizonte   1.300 km 
Brasília               1.400 km 
Curitiba.             1.100 km 

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Equipamentos e acessórios para enfrentar chuva e frio


Com a chegada do outono, as temperaturas pela manhã e ao final da tarde tendem a ser mais baixas. Em caso de chuva, a sensação térmica será de ainda mais frio. Nesta situação, caso os pés e as mãos se molhem, pilotar deixará de ser um prazer e se tornará um incômodo. Veja alguns equipamentos e acessórios que, junto com a capa de chuva, evitam esse problema. Tais acessórios também são indicados para viagens em regiões geladas, como na Cordilheira dos Andes ou em Ushuaia.

Polaina nos pés

Botas são indispensáveis para a proteção dos pés. Porém uma bota totalmente impermeável tem custo bastante elevado. Uma alternativa para quem não dispensa o uso de sua bota preferida é a polaina. Confeccionada em material impermeável evita que os pés fiquem molhados e ainda conserva a bota. Existem vários modelos disponíveis, mas aqueles com reforço na sola e na parte superior do pé esquerdo têm maior durabilidade. Custa a partir de R$ 45.

Proteção nas mãos

Um acessório pouco conhecido dos motociclistas da região Sudeste, porém muito usado no Sul do Brasil, é o protetor de punho. Confeccionado em tecido grosso e impermeável protege as mãos do piloto da água e do frio. Muitos pilotos pensam que eles diminuem a agilidade, porém o acessório requer apenas adaptação. Sua relação custo/benefício é excelente, uma vez que ele pode ser encontrado a partir de R$ 80.

Frio no pescoço & cabeça

Além dos pés e das mãos, manter o pescoço protegido do frio e da chuva garante mais conforto. Para isso existe o protetor confeccionado em neoprene que isola o corpo do vento e da chuva. Alguns também protegem contra linhas com cerol, por usarem fios internos de aço, e custam a partir de R$ 75.

Outro acessório indispensável é a blaclava que protege a cabeça e o rosto do frio extremo. Existem vários tipos de modelos confeccionados com materiais de várias origens.


Segunda pele 

As roupas térmicas, que são bastante usadas por praticantes de esportes radicais como os alpinistas, oferecem boa proteção contra o frio. São confeccionadas em tecidos leves que oferecem melhor dissipação do suor e evitam o odor. O mais legal desse tipo de roupa é a praticidade, são fáceis de lavar e secam rapidamente. A desvantagem é o preço. Uma camiseta, por exemplo, custa a partir de R$ 96, enquanto a calça sai por R$ 164.


Bolsa estanque

Não há nada mais desagradável do que chegar ao destino e perceber que a bagagem está molhada. Para manter suas roupas secas e protegidas da chuva, uma opção é comprar uma mala estanque. Elas são práticas e fáceis de usar, basta acondicionar as roupas, enrolar a parte superior e travar. Podem ser encontradas em vários tamanhos e os preços partem de R$ 250

quinta-feira, 21 de março de 2019

Cinco estradas que valem uma viagem




                                                                                                                                                                 Renato Durães / Divulgação
Para alguns viajantes o caminho é mais importante que o destino. E, se depender de algumas estradas, essa frase faz muito sentido. Escolhemos cinco estradas famosas que merecem estar no roteiro de quem curte rodar de moto entre paisagens espetaculares ou caminhos desafiadores. Elas estão nas regiões Sudeste, Sul e Norte do Brasil e propiciam muita diversão, ou aventura, para o piloto e garupa. Confira nossa lista.

Serra do Rio do Rastro

Ligando as cidades catarinenses de Lauro Müller e Bom Jardim, a SC 438 é considerada a “meca dos motociclistas” brasileiros. Muitos sonham percorrer seus 35 quilômetros repletos de curvas que escalam as íngremes escarpas da serra do Rio do Rastro. Quem chega pelo litoral, ao pé da serra, terá pela frente os enormes e intimidadores paredões verticais. À medida em que aparecem as curvas, algumas verdadeiros cotovelos feitos em primeira marcha, a estrada começa a justificar sua fama e mostrar sua grandeza.
Ao chegar ao Mirante da Serra do Rio do Rastro, que está a 1.460 metros (acima do nível do mar), é possível avistar até a cidade de Tubarão, no litoral catarinense. A melhor hora para ter essa visão é pela manhã quando há menor incidência de nevoeiro. Por falar nisso, o clima na serra sempre é instável e pode passar de um céu azul para fortes tempestades ou neblina em alguns instantes.
A estrada fica a 900 km de São Paulo, por isso vale planejar a viagem confirmando as condições climáticas da região. Chegar na serra e se deparar com chuva forte, pode não ser uma experiência legal – principalmente para os motociclistas novatos.
                                                                                                                                                                                                              Renato Durães / Divulgação


A estrada mais alta do Brasil

Quem gosta de pilotar em estradas desafiadoras entre montanhas tem na BR-485, um destino bem legal e pouco conhecido. A estrada corta a região montanhosa entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo. Sem asfaltamento a “estrada” federal é repleta de pedras e exige muito da moto e do piloto, mas as paisagens compensam.
Com 40 km de extensão a estrada corta a parte elevada do Parque Nacional de Itatiaia e chega a 2.460 metros acima do nível do mar, o que faz dela a estrada mais alta do Brasil. No trajeto o piloto vai se deparar com visuais incríveis o Pico das Agulhas Negras e do Maciço das Prateleiras.
Apesar de ser uma estrada federal, é importante estar preparado para eventuais emergências e problemas mecânicos, pois não há serviços (ou sinal de celular) em seu trajeto.
O acesso para a BR 485 é feito pela BR 354 que liga a Resende (RJ) a Caxambu (MG). O trajeto pela BR 354 também oferece bom asfaltamento e curvas interessantes, porém a BR 485 exige motos do tipo trail e habilidade do piloto, principalmente em épocas de chuvas.
                                                                                                                                                                                                                Renato Durães / Divulgação


Rio-Santos

Quem gosta de pilotar ao lado do mar vai curtir bastante a Rio-Santos. A estrada, que oficialmente se chama BR-101, serpenteia as praias do litoral paulista e fluminense. Em nossa opinião, o trecho entre a Ubatuba (SP) e Paraty (RJ) é sensacional.
Em quase 75 km o mar é a grande companhia, com muitas praias para conhecer. Apesar da pista simples, a estrada é bem sinalizada e permite curtir a pilotagem por suas inúmeras curvas. É preciso ter atenção com os pedestres e animais ao passar pelos vilarejos. Nos finais de semana, o fluxo de turistas entrando e saindo das praias, também pede atenção.
Saindo de Paraty é possível subir a estrada cênica Paraty-Cunha que foi calçada e atravessa o Parque Nacional da Serra da Bocaina. Com dez quilômetros de extensão a estrada começa na periferia de Paraty e cruza a Serra do Mar.
Em 2016 a estrada foi entregue aos turistas que devem passar devagar para curtir o visual. Se der sorte, pode acompanhar a travessia de animais silvestres nas plataformas elevadas.
                                                                                                                                                     Francisco Silva / Comunicação Prefeitura Municipal de Ubatuba


Rota romântica

Ligando as cidades gaúchas de São Leopoldo a São Francisco de Paula, a Rota Romântica tem 185 km de extensão e passa por 14 cidades, no trajeto estão diversas estradas como a BR-116 e a RS-235. Em toda sua extensão o viajante tem uma série de atrações que mesclam gastronomia e paisagens.
A estrada serpenteia as serras gaúchas e o visual lembra as paisagens europeias, daí seu nome inspirado na Rota Romântica da Alemanha. Os vastos vinhedos estão presentes no horizonte por conta das vinícolas, herança da colonização presente na região.
As cidades mais famosas do roteiro são Gramado e Canela, distantes apenas 6 km pela RS 235. Repleta de curvas o caminho é um convite para quem gosta de contornar curvas, parar em mirantes e apreciar cachoeiras e muitas outras atrações do Rio Grande do Sul.
                                                                                                                                                                                                            Sabrina Schuster/Divulgação


Interoceânica

Também chamada de Estrada do Pacífico, a Interoceânica liga a fronteira do Brasil com o litoral do Peru. O interessante desse trajeto, que começa em Rio Branco, capital do Acre, é a intensa mudança climática e também os diferentes visuais em um trajeto de quase 2.000 km para chegar até Nazca, já as margens do Oceano Pacífico.
Quem passa pela primeira vez na estrada ficará surpreso com as perfeitas condições do asfalto peruano quando comparado às estradas brasileiras, sobretudo na região Norte.
Apesar das boas condições, as fortes curvas dificultam o ritmo da viagem e as distâncias não devem ser medidas em quilômetros e sim em horas. Trechos de 300 km, por exemplo, podem exigir até 12 horas de viagem, dependendo das condições climáticas e de tráfego.
Apesar disso, ao cruzar a Cordilheira do Andes o motociclista terá uma visão espetacular das montanhas cobertas de neve. O trecho mais elevado da estrada está a 4.725 acima do nível do mar. A paisagem se alterna em profundos desfiladeiros, picos nevados, lagos, florestas e desertos gelados. Animas estranhos para nós como lhamas e vicunhas também valem a viagem.
A rodovia Interoceânica é a prova de que o trajeto é mais legal que o próprio destino, mas não é uma estrada para percorrer com pressa. Visitar cidades como Cusco e conhecer Machu-Picchu, são algumas recompensas para quem encara a Interoceânica.
                                                                                                                                                                                                              Renato Durães / Divulgação

terça-feira, 19 de março de 2019

Dinamite na Serra da Rocinha

Leia o informativo do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) sobre detonação de rochas e trabalhos de concretagem do novo viaduto.

A Serra da Rocinha contará na próxima semana com atividades que exigirão dos usuários atenção e respeito às orientações de segurança. Localizado no km 54, o quarto viaduto em execução nas obras de implantação e pavimentação da BR-285/RS/SC, em Timbé do Sul, será concretado entre os dias 18 e 20/03. Além disso, no dia 21/03 estão programadas detonações de rocha em diversos segmentos da serra. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT/SC), por meio do Consórcio Construtor do Lote 2, alerta que o trânsito ficará totalmente bloqueado das 7h às 18h.

A estrutura do viaduto 4 conta com 14 pilares, 123 metros de comprimento e 9,5 metros de altura, sendo necessários cerca de 200 metros cúbicos de concreto para a realização do serviço. Mesmo com a presença de dispositivos de sinalização, verifica-se diariamente a presença de veículos que não seguem as instruções referentes à interdição da serra. Visando evitar transtornos e a formação de filas, bem como o risco de acidentes, os usuários devem utilizar as rotas alternativas. Vale salientar que a passagem indevida pelo local representa uma falta grave conforme os artigos 195 e 209 do Código de Trânsito Brasileiro. Outras informações podem ser obtidas por meio do telefone 0800 60 21 285.

Rotas alternativas

RS-110, que liga os municípios gaúchos de Bom Jesus e Terra de Areia (na BR-101) pela Rota do Sol;

RS-020 em direção a Cambará do Sul, cujo acesso pela BR-285 fica a cerca de quatro quilômetros da divisa entre RS e SC, devendo o motorista seguir pela Serra do Faxinal (RS-427 e SC-290) até Praia Grande/SC;

BR-116, de Vacaria/RS a Lages/SC, seguindo pela SC-114 e SC-390 até a BR-101 em Içara/SC ou Sombrio/SC.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

BMW entre 1996 e 2008 pode precisar de recall

Famílias F, G, K e R comercializadas no Brasil,entre 1996 e 2008, podem apresentar problemas que vão desde a bomba de combustível ao sensor do sistema de freio ABS

Por Arthur Caldeira - Agência Infomoto
Fotos: Agência Infomoto/Divulgação

A BMW divulgou hoje uma campanha de recall que atinge 405 motocicletas importadas entre 1996 e 2008 e comercializadas no Brasil. A produção em Manaus (AM) em parceria com a Dafra começou em 2009 com a G 650 GS. Em 2016, a BMW inaugurou sua própria linha de montagem no Polo Industrial da capital amazonense. Grande parte dos modelos não é mais fabricado ou comercializado no País atualmente.
BMW R 1200 GS Adventure, modelo 2008, pode precisar ter o módulo do ABS substituído
A BMW afirma que alguns componentes podem apresentar inconformidades técnicas e não se descarta o risco de acidentes e danos físicos e/ou materiais aos ocupantes das motos e a terceiros. Os problemas são variados e vão desde falhas na bomba de combustível a trocas de chicote, passando por falhas no sensor de ABS e problemas no freio traseiro.
Há modelos, como a K 1200 RS com 40 unidades atingidas por problemas nos manetes de freio e embreagem, enquanto outros têm somente uma moto com problema, caso da naked R 1100R com falha no amortecedor dianteiro, que pode ocasionar, segundo comunicado oficial, perda de controle do veículo.
Modelos da família G 650, como a X-County, fabricados entre 2006 e 2008 são atingidos
A BMW Motorrad Brasil aconselha os proprietários das motocicletas envolvidas a entrar em contato com um concessionário autorizado da marca para agendar gratuitamente a verificação e, se necessário, o reparo. Para verificar se a sua unidade está dentro do sequenciamento de chassis ou, para mais informações, acesse o site www.bmw-motorrad.com.br e clique na opção Serviços e Acessórios, Recall e Consulta de Recall. Há ainda a possibilidade de falar com o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para Recall, 0800 019 7097, de 2ª a 6ª feira, das 8 às 19 horas.
Os reparos desta campanha de recall podem ser agendados imediatamente. O tempo total é de até 2 horas (linhas F e G), e de 3 a 4 horas (linhas K e R).

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Isso pode ajudar no hora do sufoco

Quem já esteve no sufoco de ver a moto caída no chão e não conseguir levantá-la sabe o sofrimento que é. Principalmente se for uma enorme big-trail. Para vencer essas dificuldades os inventores sempre estão em busca de equipamentos milagrosos que facilitem a tarefa.
Nesse vídeo publicado no Instagran da espanhola Laura Buitron, ela mostra a funcionalidade de um desses equipamentos. Para muitos talvez seja "frescura" mas pode livrar de futuras dores nas costas, confira no Insta de Laura.
Veja também um pouco mais das aventuras dessa espanhola de 44 anos. No vídeo ela conta o que veio buscar no Brasil. Desfrute e se inspire para a próxima viagem...
Conheça um pouco mais sobre ela


terça-feira, 2 de outubro de 2018

Quer uma Suzuki V-Strom 1000 usada? Então se liga!!!!


Porte imponente, conforto e bom desempenho são atrativos dessa aventureira com motor V2 de 1.000cc. Saiba quais cuidados você deve ter antes da compra

Por Cicero Lima - Fotos Agência Infomoto
Potente, 'torcuda' e confortável, a V-Strom 1000 gosta de asfalto de boa qualidade
 Quando foi lançada, em 2003, a Suzuki DL 1000 V-Strom experimentou enorme sucesso entre os aventureiros. Potência próxima dos 100 cv, motor de dois cilindros com refrigeração líquida, banco largo, porte imponente e tanque de 22 litros fizeram dessa Suzuki a “queridinha” dos estradeiros. Passados quase 15 anos do seu lançamento, a primeira geração da V-Strom 1.000 ainda é uma das big trails mais procuradas no mercado de usadas.
Com preço inicial de R$ 17.000 é possível comprar uma modelo 2003 e desfrutar de suas qualidades. Porém é preciso ter em mente que se trata de uma moto sofisticada e, como tal, tem custos de peças e serviços elevados.
Para o mecânico Alexandre Durigan Piu, da MotoPiu, de Monte Alto (SP), a moto é excelente, mas “exige cuidados na compra”. Com experiência de oito anos na manutenção e conserto de big trails, Piu nos deu a receita para comprar uma V-Strom em boas condições.

Aparências enganam

Segundo ele o comprador não deve se empolgar com o visual da moto e sim com as condições mecânicas e de manutenção. “Conhecer o histórico de revisão é imprescindível. Conferir o período de troca e a qualidade do lubrificante usado, assim como a substituição do fluido de freios e líquido de arrefecimento é muito importante”.
Outra dica fundamental é avaliar a qualidade dos componentes. “Uma corrente nova, porém de baixa qualidade, mostra que ela foi trocada apenas para maquiar a moto e vender”. O mesmo cuidado deve ser dedicado ao analisar componentes como pneus e pastilhas de freio, por exemplo. Eles mostram se o dono era caprichoso ou não ligava para a manutenção da moto, afirma o profissional.
A moto não pode apresentar vazamentos, sinais de ralados ou ainda rupturas no chicote elétrico. Por falar em chicote, a V-Strom costuma apresentar defeitos no retificador de voltagem. Outro cuidado deve ser dedicado ao empenamento da campana de embreagem. Resolver esse problema custará entre R$ 500 e R$ 700, alerta o mecânico.
Por fim ele recomenda que a moto seja avaliada por um mecânico de confiança ou por um amigo que conheça bem o modelo “e tenha rodado pelo menos 40.000 km com uma”.
Lançada em 2003, a Suzuki V-Strom 1000 é uma das bigtrails mais procuradas no mercado de usadas


Peso & Altura

Por conta do seu peso de 208 kg (a seco) e a altura do banco, os pilotos de menor estatura têm problemas para conviver com a DL 1000 V-Strom. O banco fica a 840 mm do chão, porém é largo dificulta alcançar os pés no chão. Ou seja, é uma moto que exige experiência ou pernas longas.
Quem conseguir achar um bom exemplar terá na sua garagem uma das motos mais confortáveis e seguras para viajar. Seu motor de dois cilindros em V e 999 cm³ tem quatro válvulas por cilindro e oferece torque máximo 10,3 kgf.m (disponível em 6.400 rpm) e permite acelerações vigorosas e ultrapassagens seguras mesmo com muita bagagem e garupa.
Embora conhecida como big trail, a V-Strom 1000 não gosta de estradas de terra por causa de suas rodas de 17 polegadas e pneus mais estradeiros. No piso asfaltado “engole curvas” e despacha muitas esportivas nas retas.
Agora que você conhece um pouco mais sobre as características da Suzuki V-Strom vale fazer uma pesquisa com calma antes de escolher a sua nova amiga. Veja também se o custo de manutenção cabe no seu bolso.  A troca de óleo e filtro, por exemplo, custa R$ 160.

Confira o valor de algumas peças originais.
- Manete de freio - R$ 420
- Manete de embreagem - R$ 391
- Filtro de ar - R$ 210
- Filtro de óleo - R$ 90
- Pastilha freio dianteira – R$ 515 (cada)
- Pastilha de freio traseira - R$ 586
- Disco de freio dianteiro - R$ 1.660 (cada)
- Disco de freio traseiro - R$ 1.040
- Relação completa - R$ 1.905
- Cabo do acelerador (completo) - R$ 410