Roteiros estradas e relatos de aventuras, viagens ou passeios. Destinos desconhecidos ou trajetos insólitos você confere aqui ou no Canal Trajetos e Destinos
Logo cedo, por volta das 9:15 da manhã de quarta-feira (25/11), a câmera de monitoramento localizada na altura do quilômetro 97 da Via Anhanguera (SP-330), em Campinas, captou uma imagem inusitada. Um gavião carijó (Rupornis Magnirostis) pousou em frente à câmera de monitoramento de tráfego da CCR AutoBAn, concessionária que administra o Sistema Anhanguera-Bandeirantes e ficou lá por 15 minutos. Essa é uma das 106 câmeras de monitoramento de tráfego, capazes de cobrir quase 100% do trecho administrado pela CCR AutoBAn.
Projeto Guardiões da Mata
A cena mostra a biodiversidade da região ao entorno das rodovias e a empresa que administra as rodovias firmou parceria em 2009 com a Associação Mata Ciliar por meio do Projeto Guardiões da Mata. Com a parceria, todo animal silvestre resgatado no Sistema Anhanguera-Bandeirantes é encaminhado à ONG, cuja sede fica em Jundiaí, para ser reabilitado e reintegrado à natureza. Com o projeto, a concessionária também aprimora a capacitação de 140 colaboradores que atuam diretamente no resgate dos animais das pistas, além de atuar na educação ambiental das comunidades sob sua influência a fim de contribuir para a preservação da fauna e da flora regional.
Informações e foto: Centro de Controle Operacional CCR AutoBAn
Viajar de moto sempre exige planejamento para desfrutar do veículo. Agora que você conferiu i vídeo sobre transporte de bagagem, saiba que no roteiro e também do destino podem haver surpresas desagradáveis. Confira cinco dicas para que a tão sonhada viagem não se transforme em uma grande roubada.
Destino e distância
Antes de escolher o destino, convém avaliar o período disponível, distância e condições das estradas. Se o tempo de folga é curto, procure não comprometer muitos dias no deslocamento. Quem mora em São Paulo, por exemplo, se for viajar para o sul da Bahia encontrará belas praias. Porém, terá de viajar pelo menos dois dias para chegar ao destino, que fica a pouco mais de 1.500 km de distância. Outra preocupação deve ser com a volta, pois geralmente o retorno se torna mais cansativo e tende a demorar mais. Por falar em distância, a autonomia da moto é fator primordial para uma viagem tranquila. O ideal é que a moto possa percorrer pelo menos 200 quilômetros sem abastecimento. Se a estrada for esburacada ou passar por locais ermos e perigosos evite viajar à noite.
Moto compatível
Sempre é bom ponderar se a sua moto é apropriada para o destino escolhido. Cidades históricas como Paraty (RJ) ou Tiradentes (MG), por exemplo, apresentam calçamento de pedras, que podem ser um tormento para donos de motos esportivas, com suas suspensões firmes e de cursos reduzidos. Já os amantes da natureza, que gostam de visitar cachoeiras ou fazendas, devem levar em consideração o risco de chuvas que podem transformar aquela singela estrada de terra em um instransponível lamaçal. Entre todas as motos, os modelos trail são os mais versáteis para encarar qualquer desafio.
Clima
Depois de definir o destino, uma boa dica é pesquisar as condições climáticas durante o período de sua viagem. É desagradável viajar com chuva, mas ainda pior é chegar ao destino e descobrir que ela não vai parar. Mesmo sem previsão de tempestades, a capa deve ser uma companheira inseparável e de fácil acesso, pois as pancadas de chuva durante a tarde são repentinas e comuns no verão.
Gastos e documentação
Se a viagem for longa, vale calcular o gasto diário. Para isso, basta dividir o valor disponível pela duração da viagem. É importante deixar uma reserva para gastos eventuais com a moto como troca de relação, pneu ou mesmo troca de óleo. Vale sempre lembrar que a documentação da moto e também do piloto são fundamentais. Pode parecer óbvio, mas tem gente que só descobre que a CNH está vencida quando o policial avisa que a moto será retida.
Sua saúde
De nada adianta a moto e os documentos estarem em ordem se o piloto está “capenga”. Um simples check-up médico e uma visita ao dentista permitem detectar possíveis problemas que podem acabar com sua viagem. Manter a hidratação e evitar comidas gordurosas durante o trajeto são práticas simples e ajudam a garantir uma viagem sem problemas.
Texto Cicero Lima / Fotos Agência Infomoto/Divulgação
Depois de fazer a entrevista com o Romildo, dono de uma Honda NC 750X, e meu vizinho aqui em Atibaia, resolvi viajar para conhecer melhor a moto. Na primeira parada para abastecimento da Honda NC 750X, a inevitável pergunta do frentista - “cadê a tampa do tanque?” - soou como uma velha piada aos meus ouvidos. Ao girar a chave para ter acesso ao bocal, que fica sob o assento da garupa, aproveitei para contar que o modelo já está há oito anos no mercado brasileiro, sua produção começou em julho de 2012 com a versão NC 700. “Conhecia não”, disse o frentista, enquanto a bomba de combustível enchia o tanque, com capacidade para 14,1 litros da NC 750X.
Curioso, ele perguntou o que havia no lugar comumente reservado aos tanques de combustível nas motos. Mostrei o espaço para o capacete, jogo de ferramentas e outros pequenos objetos. “Cabe tudo aí”, disse ele animado, para depois me desejar boa viagem.
Mal sabia ele que iria repetir o abastecimento por mais cinco vezes para cumprir meu trajeto (ida e volta) de 1.500 km entre Atibaia (SP) e Patos de Minas (MG). As duas cidades estão distante 750 km entre elas e a viagem foi fantástica. Encontrei meus amigos durante o segundo Moto Acampamento.
Racional
Para dizer a verdade, a NC 750X é uma moto sem complicações. Sua eletrônica se resume ao painel digital e ao sistema de freios ABS. O conjunto se mostrou bem sensível e transmitiu confiança ao encarar as muitas estradas do trajeto, até mesmo na terra ou na área urbana de Uberaba (MG) repletas de caminhões.
Nessa situação o sistema ABS permitiu frenagens fortes e manteve a NC em sua trajetória. Sem sustos. Na dianteira, há um disco de 320 mm e, na traseira, outro de 240 mm de diâmetro. Em qualquer situação se mostraram adequados à proposta da moto.
Ela encarou cerca de 30 km de estrada de terra até chegar na Fazenda Nova Canaã, por sorte estava tudo seco. Caso tenha de percorrer algum trecho mais complicado – com lama, por exemplo, – vale a pena diminuir a calibragem dos pneus para ter maior aderência. Mas fique atento com pedras pontiagudas, elas podem danificar rodas e pneus. A NC usa pneus sem câmara e rodas de liga leve - veja box abaixo.
Motor comportado e econômico
Assim como a maioria das motos Honda, a NC transmite aquela sensação de “velha amiga”. O motor de dois cilindros e 745 cc gosta de trabalhar em baixos giros. Aos 4.750 giros já oferece o torque máximo de 6,94 kgf.m, o que permite acelerações vigorosas e muita segurança nas ultrapassagens. Ao subir de giros o escapamento emite um som grave e agradável em busca da potência máxima de 54,5 cv disponível a apenas 6.250 giros.
Ao pegar uma rodovia quase não se usa o câmbio. Basta engatar a sexta, e última marcha, e viajar tranquilamente a 120 km/h, na faixa dos 3.500 rpm. Nessa condição – rodando dentro do limite das estradas – seu consumo foi de 32 km/litro. Mas se pesar a mão no acelerador, pode chegar a 24 km/litro.
Por falar em aceleração, ela atinge facilmente os 170 km/h, quando sua estabilidade parece chegar ao limite. O piloto começará a sentir uma oscilação bem desagradável por conta do vento desviado pelo grande para-brisa. Porém, com quase 40 cm de altura, mas sem regulagem, a bolha ajuda a desviar a chuva e o frio. Para aumentar o conforto em viagens valeria a pena investir em um protetor de mão.
Nas grandes cidades, a NC mostra sua versatilidade ao encarar sem problemas os congestionamentos de São Paulo, por exemplo. Alta, ela permite que o guidão passe acima dos retrovisores dos carros e, se for necessário, consegue mudar de direção com facilidade por conta da roda (aro 17) e o bom torque do motor.
O comportamento da 750X é similar aos dos grandes scooters. Fácil de pilotar, econômica e ainda com um bagageiro que completa seu “jeitão” urbano.
Conclusão
Com suas novas cores, a NC 750X consegue atrair olhares curiosos e transmitir status, seu DNA é de um veículo racional, econômico e prático.
Ela tem preço sugerido de R$ 36.750, três anos de garantia e a assistência 24 h em todo o Brasil e América do Sul, a NC 750X é uma opção para quem busca uma moto para viajar e usar no dia-a-dia. Saiba mais!
Dados técnicos
Motor Dois cilindros em linha, OHC e arrefecimento líquido
Capacidade cúbica 745 cc
Diâmetro x curso 77 x 80 mm
Relação de compressão 10,7: 1
Potência máxima 54,5 cv a 6.250 rpm
Torque máximo 6,94 kgf.m a 4.750 rpm
Sistema de alimentação Injeção Eletrônica
Sistema de lubrificação Forçada, por bomba trocoidal
Câmbio 6 velocidades
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Chassi Tipo Diamond em aço
Suspensão dianteira Garfo telescópico com 153,5 mm de curso
Suspensão traseira Monoamortecedor fixado por links com 150 mm de curso e ajuste na pré-carga da mola
Freio dianteiro Disco de 320 mm de diâmetro ABS
Freio traseiro Disco de 240 mm de diâmetro ABS
Pneu dianteiro 120/70 ZR17M/C
Pneu traseiro 160/60 ZR17M/C
Comprimento x Largura x Altura 2.228 x 844 x 1.353 mm
Distância entre-eixos 1534 mm
Distância mínima do solo 164 mm
Altura do assento 832 mm
Capacidade do tanque 14,1 litros (2,9 litros para a reserva)
Turbulências podem acontecer a bordo do ultraleve, mas a emoção é garantida pelo visual
Você já imaginou olhar as montanhas do Nepal bem de perto voando a bordo de um ultraleve? Pois essa é a proposta da Avia Club Nepal que leva os turistas para conhecer as montanhas com partidas da cidade de Pokhara. Os pequenos aparelhos, com espaço para piloto e um passageiro, atingem a velocidade máxima de 130 km/h, mas voam em média aos 90 km/h. O circuito passa por 4 picos mais altos do Nepal como Annapurna 1, Annapurna 2, Dhaulagiri e Manasalu. Estes estão todos acima da marca de 7.900 metros de altitude, O voo é feito em altitude 12.000 pés (aproximadamente 3.600 metros) e dura cerca de uma hora, o custo é de US$ 270, para reservas on line a empresa concede 10% de desconto.
Quando se viaja muito não há como escapar: em algumas ocasiões será necessário dividir o quarto com alguém. Na maioria das vezes não há nada de errado, mesmo quando é um estranho em um hostel por exemplo. Porém "o homem prevenido vale por dois", não é mesmo? Como já passei por situações hilárias e estressantes, por causa do barulho do ronco, na minha necessarie não falta protetor auricular.
Tá pode chamar de frescura o quê for, mas eu simplesmente não durmo se houver alguém roncado por perto. Pernilongo zumbindo na orelha também não me deixa dormir assim como latido de cachorro, nada posso fazer, a culpa não é minha...
Fazer o quê?
Simples, introduza com cuidado o protetor nos ouvidos e se desligue do mundo. Para mim funciona que é uma beleza. O mais interessante é que, depois de dormir, eu retiro o protetor sem acordar. Quando desperto lá está o meu protetor ao lado do travesseiro.
Tem gente que não consegue usar, se sente incomodada, o que me incomoda mesmo é barulho de ronco. Isso, literalmente, me tira o sono.
O roteiro é bem tranquilo e começa na saída 65, na Via Dutra onde tem a indicação para Cunha (SP) – distante 51 km. A estrada é bem agradável e, durante a semana, tem pouco fluxo de veículos. Na verdade parece o paraíso para quem deixou a movimentada Via Dutra para trás.
Rodeada de sítios e fazendas é bem comum encontrar carros, caminhões e tratores que circulam pela região em baixa velocidade. Tem gente que até se empolga com a velocidade, pois as curvas são abertas e podem ser feitas de forma rápida.
Um pouco antes de Cunha, o café Tudo da Roça (km 24,) é uma parada legal para ganhar algumas calorias, lá não faltam tentações doces e salgados kkkkk.
Em Cunha eu fiquei na Pousada Recanto dos Pássaros que se mostrou uma ótima relação custo/benefício e atendeu bem as expectativas. Gastei R$ 90 na diária (sem o café da manhã)
Até Cunha você leva cerca de uma hora e aí começa a parte mais legal do roteiro. A estrada sobe em direção as montanhas e a distância até Paraty (RJ) - foto acima da autoria de Caio Mattos - é de 46 quilômetros. As curvas passam ser mais fechadas e o visual do alto das montanhas é impressionante.
Em pouco tempo você atravessa a divisa do Estado de São Paulo com o Rio de Janeiro e entra na RJ 165 que é a tal Estrada Parque Cunha-Paraty. Ela foi reformada e ganhou calçamento de bloquetes em seus 9,4 quilômetros de extensão. A velocidade máxima indicada pelas placas é de 30 km/h.
A estrada cruza o Parque Nacional da Serra da Bocaina e foi projetada para ter o menor impacto ambiental possível na Mata Atlântica. Até passarelas elevadas foram instaladas para a travessia de animais, entre eles suçuarana, anta, muriqui entre outros
A flora de região é repleta de espécies exóticas como samambaias, orquídeas e bromélias. Árvores enormes como jequitibá, louro, canela ou guatambu também são vistas no parque. Vale dar uma parada e se permitir ouvir o “som da floresta” com pássaros exóticos e o assobio do vento cortando as árvores.
Na direção à Paraty a estrada é bem inclinada, pois Cunha está a 1.100 metros de altitude e você desce em direção ao mar – se prepare para usar bastante os freios e dê preferencia ao freio-motor.
Quando acaba o calçamento e começa o asfalto, é preciso um pouco mais de atenção com os cachorros, árvores caídas e quedas de barreiras. Curvas cegas e estreitas com pedras nas laterais. Lembre-se é uma estrada para passear e não acelerar...
Nas pontes estreitas existem semáforos para controlar o fluxo com o pare e siga. Chegando no pé da serra, o fluxo de pedestres, ciclistas e cachorros aumenta bastante e exige atenção na pilotagem. Também fique alerta com as lombadas que, nem sempre, estão bem sinalizadas.
Tudo isso confere um clima de aventura para percorrer esse trecho que termina na bela Paraty. A cidade com suas ruas de pedras seculares, igrejas e praias maravilhosas merece ser conhecida, mas isso é assunto para outro vídeo.
Quem tem um grupo legal de amigos e gosta de exclusividade, a dica de hoje é especial para você! Eu a encontrei no Facebook do renomado fotógrafo Ricardo Rollo. Ele publicou o vídeo do Mirante da Montanha Bocaina um lugar que parece ser muito aconchegante e tem visual espetacular das montanhas. Ao ver as imagens lembrei dos seguidores do Canal Trajetos e Destinos e resolvi dividir algumas informações e o vídeo com vocês. Antes de fazer isso, via whatsapp, falei com os proprietários para saber as condições de hospedagens e preços.
O lugar não é aberto ao público e atende somente grupos (a partir de 20 pessoas) com reserva antecipada. O custo por pessoa é de R$ 70 com direito a fartura e boa comida feita no fogão a lenha.
Existe também a possibilidade de dormir na Pousada, que conta com seis suítes, que atendem grupos de 12 pessoas. O valor da hospedagem com café da manhã é de R$ 400 por casal, se for pensão completa com almoço fica por R$ 550.
São seis quilômetros de estrada de terra, cerca de meia hora, para chegar até o local que fica a 1.800 metros de altitude. Carros normais até sobem, quando a estrada está boa, mas vale conferir as condições do clima antes de subir.
O cardápio de diversão de Ilhabela é enorme, assim como o conjunto de ilhas que, somadas, atinge quase 350 mil km², a população (estimada pelo IBGE) é de 35.000 pessoas. Na quinta-feira, 3 de setembro, a cidade comemorou 215 anos. O Canal Trajetos e Destinos não poderia deixar passar em branco essa data. Afinal, Ilhabela faz muito por nós que gostamos de curtir esportes ao ar livre (no mar ou na montanha) ou se jogar numa gostosa espreguiçadeira e deixar a vida passar...
Não faltam praias em Ilhabela, são 40 no total, desde a Praia da Vila - no Centro Histórico - até a distante Praia do Veloso. Para os amantes do mergulho existem 19 pontos de mergulho e 5 naufrágios para os mais experientes. Acredite, mergulhar - mesmo que seja com snorkel já permite curtir o visual incrível da vida marinha é uma experiencia inesquecível. Resumindo; PARABÉNS ILHABELA!!!
A intocada praia de Puruba, em Ubatuba, uma das atrações da Rio-Santos (foto Ricardo Gessulli)
Quem gosta de viajar ao lado do mar vai curtir pilotar, dirigir ou pedalar pela Rio-Santos. A estrada, que oficialmente se chama BR 101, serpenteia as praias do litoral paulista e fluminense. São mais de 500 quilômetros de águas azuis e verdes emolduradas por morros, montanhas e a Mata Atlântica. Em nossa opinião, o trecho entre a Ubatuba (SP) e Paraty (RJ) é sensacional.
Em quase 75 km o mar é a grande companhia, com muitas praias para conhecer. Apesar da pista simples, a estrada é bem sinalizada e permite curtir a pilotagem por suas inúmeras curvas. É preciso ter atenção com os pedestres e animais ao passar pelos vilarejos. Nos finais de semana, o fluxo de turistas entrando e saindo das praias, também pede atenção.
Rio-Santos, ou BR-101, uma estrada cênica repleta de atrações (reprodução Google Maps)
Próximo a Paraty (RJ) e estrada entra em direção à montanha e atravessa a área de preservação ambiental Cairuçu , ou APA Cairuçu, onde vivem populações tradicionais caiçaras, quilombolas e indígenas. Lá estão praias e lugares incríveis como o Saco do Mamanguá - o único fiorde tropical da costa brasileira.
Outro lugar incrível é Ubatuba (SP), embora bastante conhecida dos turistas ainda possui praias praticamente intocadas. Um exemplo é a praia de Puruba, que mesmo a 20 km da cidade, pode ser considerada um "paraíso selvagem". Para chegar lá é preciso cruzar um rio (pode ser feito a pé, mas prepare-se para as águas geladas) mas vale o sacrifício.
Muita gente é contra que as motos paguem pedágio. Eu não sou, afinal é bom ter o serviço de resgate - em caso de acidente ou pane mecânica. Além disso, desfrutar de boas estradas com telefones de emergências ou pontos de apoio, sempre nos deixa mais tranquilo durante a viagem - a trabalho ou lazer.
No último final de semana de agosto, de 2020, fui conhecer a cidade de União da Vitória, no Paraná. Fiz o trajeto seguindo pela BR-476 saindo de Curitiba. veja o vídeo abaixo
A estrada passa pela movimentada cidade de Araucária e muitos dos caminhões transportam para a Refinaria Presidente Getúlio Vargas, da Petrobras. Por aí já é possível imaginar o fluxo de carretas pesadas na estrada.
Perto da cidade história de Lapa, no KM 191,4 - existe o posto de pedágio que cobra R$ 7,10 pelas motos; R$ 14,10 para os automóveis e chega a R$ 80,40 para as carretas - dependendo do número de eixos.
Pela condição da estrada, e serviços oferecidos pela concessionária acho que a tarifa é alta. Não vi telefones de emergência e postos de serviço. Em caso de necessidade eu não recebi informações na estrada para qual número ligar.
Após a cidade da Lapa, trecho que não pertence a administração da concessionária, o motorista fica jogado à própria sorte. As condições da pista são pioram, faltam terceira faixa e a sinalização deixa a desejar assim como os serviços de socorro mecânico que se resumem a alguns postos e borracheiros de beira de estrada.